Depoimentos

“...quero dizer da importância da Mostra nesse momento histórico de resistência, de mostrar que a cultura é o grande instrumento de transformação desse país. A valorização dos olhares, os vários pontos de vista, das várias formas de fazer cultura. Se precisar, vamos lutar juntos… já estamos lutando… para que ninguém diga que a gente não pode fazer isso”. 

Adriane Canan – diretora do curta “As Rendas de Dinho” - SC

 


 

“A Mostra de Tiradentes é marcante na minha trajetória e na minha vida desde 2012, quando vim com o primeiro curta. Foi um lugar de muito encontro, de muito aprendizado, e até hoje segue sendo dessa maneira. O debate traz questões muito interessantes apontadas já pelo o filme que estreou ontem. E isso é muito enriquecedor. Eu acho que a Mostra de Cinema de Tiradentes promove encontros e a gente precisa cada vez mais encontrar”.

Renan Rovida – diretor do filme “Pão e gente” - SP

 


 

“...tem sido uma experiência incrível no sentido da importância das discussões que propõe, na valorização do cinema, dos debates que intercalam e na proposição de trazer pessoas de fora do cinema como forma de ampliar o repertório, de possibilidades, de visões de mundo… [A imaginação como potência] é um tema absolutamente necessário porque a gente vive num momento marcado pela desesperança, pelo esgotamento… Imaginar outro mundo, outras saídas é sem sombra de dúvidas uma das coisas mais necessárias nesse momento. É uma grande provocação e um grande incentivo a construção de outros mundos e outras estéticas”. 

Helena Vieira – integrante da mesa “A imaginação como potência”

 


 

“Sou atriz e diretora. Amo a Mostra de Tiradentes desde sempre e dou um parabéns enorme a Universo Produção. É um prazer gigantesco. Meu filme aqui este ano é “Fakir” em “Olhos livres” e ao mesmo tempo eu tenho vários filmes, participando como atriz, de amigos queridos. Tenho também um filme dedicado a mim do Bruno Risas. Uma maravilha eu estar entre esses jovens, eu também sou uma jovem de qualquer idade. Então é isso, pra mim é maravilhoso estar aqui. Viva o cinema. Viva essa resistência fantástica dessa Universo Produção, de Raquel, de Fernanda e de Quintino”. 

Helena Ignez – diretora do filme “Fakir” – SP

 


  

“Sempre é um prazer voltar a Minas e encontrar na Mostra Tiradentes um debate de alto nível sobre o cinema brasileiro que está sendo feito hoje, o cinema contemporâneo. Acho que é um espaço importantíssimo para se estabelecer diálogos sobre o que está sendo feito e que vamos fazer”.

Bárbara Cariry – produtora executiva de “Escravos de Jó” e de “Sertânia” – CE

 


 

“Eu estou extremamente feliz de ter meu filme selecionado pela curadoria porque a Mostra de Cinema de Tiradentes é um festival que projeta. Foi uma honra para mim estar aqui na praça, porque a praça é o lugar de acolher toda a comunidade então não fica restrito apenas ao público que veio ao festival, que gosta de cinema, mas também até a questão da democratização. Eu sou muito grata”.

Catarina Doolan – diretora do curta “A parteira” – RN

 


 

“Achei o cortejo um movimento cultural interessante de conhecer diversos tipos de grupos culturais que reuniu as pessoas em Tiradentes. Foi um momento de muita alegria, das famílias unidas, participando desse cortejo, todo mundo alegue, todo mundo feliz”.

Flávio, 47 anos – Turista – MG

 


 

“É minha primeira experiência como jornalista na Mostra de Tiradentes. É bacana ver como a Mostra dá oportunidade para novas pessoas que estão envolvidas no universo cinematográfico, como ele abre espaço para a discussão do público, para a imprensa, para quem está estudando cinema. As discussões são abertas, ricas, elevam os trabalhos e as produções que são transmitidas aqui ao longo da Mostra”.

Rodolfo Morais – Jornalista – MG

 


 

“Eu vim para a Mostra mais pela oficina que estou fazendo, de “Produção para Cinema e TV”. Foi uma oportunidade de ter contato com várias produções, de várias pessoas muito legais. Está sendo uma oportunidade massa em todos os sentidos, principalmente por conta da oficina, uma oficina incrível, estou aprendendo muitas coisas. Estou muito feliz”.

Guilherme Alves, 24 anos – estudante de jornalismo – MG

 


 

“Foram 4 dias de oficina e foi muito interessante porque é uma oficina teórica sobre produção, que é uma atividade muito prática. Mas a gente percebe também que tem uma necessidade de informação básica teórica para que se possa aplicar na prática. [...] Eu acho que essas oficinas só tem a colaborar para que no futuro essas pessoas venham trazer seus filmes. Eu estou muito feliz de estar aqui mais uma vez podendo ensinar um pouco, podendo trazer essas pessoas mais um pouco para dentro do fazer audiovisual”.

Júlia Nogueira – instrutora da oficina “Produção para Cinema e TV”