23/01 | sábado | 16h

O cinema brasileiro tem uma vasta produção que bebe nas tradições dos gêneros cinematográficos, de seus temas, suas estéticas e seus códigos. Esse cinema, não raro, busca comunicação com o imaginário dos espectadores por meio de uma relação franca: o cinema de gênero não tergiversa. Ele busca atingir os espectadores de maneira frontal. Por outro lado, existem filmes que não se afirmam “de gênero” mas dialogam amplamente com esse repertório. A conversa buscará abordar a importância e, talvez, a necessidade do exercício do cinema de gênero no cinema brasileiro contemporâneo.

Convidados:

  • Armando Fonseca, diretor de Skull: A Máscara de Anhangá (SP)
  • Kapel Furman, diretor de Skull: A Máscara de Anhangá (SP)
  • Marco Arruda, diretor de Magnética (RS)
  • Otto Cabral, diretor de Animais na Pista (PB)
  • Rodrigo Aragão, diretor de O Cemitério das almas perdidas (ES)

Mediação: Marcelo Miranda – Crítico de Cinema | MG