Sinopse
Constelações de estrelas e de vagalumes. Erupções vulcânicas e de gêisers. A combustão do cinema e do amor. “Mas como é possível o amor ?” (Hölderlin, “Mnemosyne”, 1803). “O tempo do amor é o tempo perdido. Os signos do amor implicam um tempo que se perde” (Deleuze, “Proust e os Signos”, 1976). “Meu amor por ti são estrelas que caem do céu e se confundem com pirilampos” (whatsapp, 11 de julho de 2023, de CH para CA).
Direção: Carlos Adriano
Classificação: livre
Direção

Carlos Adriano
Carlos Adriano. São Paulo, 1966. Desde 1988, realizou 30 filmes, entre curtas, médias e longas metragens, em 16mm, 35mm e digital. Doutor em Estudo dos Meios e da Produção Mediática pela USP, com Pós-Doutorados em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e em Meios e Processos Audiovisuais (USP). Sua obra é tema de capítulos nos livros “The Sublimity of Document: cinema as diorama (avant-doc 2)”, de Scott MacDonald (2019) e “Cine Subaé: escritos sobre cinema (1960-2023)”, de Caetano Veloso (2024).
Créditos
Produção : Carlos Adriano
Roteiro : Carlos Adriano
Montagem : Carlos Adriano
Fotografia : Carlos Adriano
Direção de Arte : Carlos Adriano
Som: Carlos Adriano
Empresa produtora : Carlos Adriano
